Já parou para botar no papel quantas horas gasta com cada coisa na semana? Em algum momento vocês já devem ter notado minha paixão por números, mas não é disto que se trata.
Estou falando aqui de desperdícios, de excesso de atividades, de adiamento de sonhos e de falta de foco no início das grandes jornadas.
Vivemos uma geração com pressa e com pressão. A pressa pode até não ser mais inimiga da perfeição (já disse isso), mas precisa de refúgio em algumas atividades que dão prazer e recarregam as energias.
A pressão também já me referi por aqui, é aliada que impede a procrastinação, que limita os esforços possíveis para atingimento dos objetivos e estabelece um padrão a ser alcancado. Chamado de meta.
Eu gosto de dormir oito boas horas de sono por dia. Não sou ninguém antes das 7h da manhã, e começo mesmo a ser produtivo às 9h. Minha biologia, a ausência de café (não tomo mais que uma ou duas doses por ano) e a outra dose de cafeína matinal ser politicamente incorreto tomar de manhã…
Sabendo disso me programo para ser o mais produtivo dentro da minha biologia e das minhas metas. Quanto não existe a pressão e a pressa, reina o desperdício.
Mas o que não pode faltar é o tempo ao que te dá prazer.
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