138 – Vai um café?


Não sou do tipo dependente de café. Digo até que gosto do cheiro e principalmente do que é servido junto quando um café está pronto. Mas o amargo sempre me deu azia e produziu efeitos não adequados. Do ponto de vista gastro-intestinal.

Não precisei da energia que vem dele, nem do sono que ele supostamente espanta aos que não estão acostumados. Nem da adrenalina que vem desta onda.

Tenho meus outros vícios, que acabo vez por outra contanto aqui. Mas o café é o melhor ponto de encontro. É onde as melhores conversas acontecem, onde as ideias começam a se materializar. Acho que o ar vai ficando cheio de cafeína e talvez as conexões fiquem mais fácil. Talvez.

Talvez seja só a atmosfera que envolve, o sair do local de trabalho ou em dar uma respirada em novos ares.

Seja qual a razão, sugiro que marquem encontros e frequentem com os amigos, até para os que, como eu, são dos menores dos consumidores deste pequeno fruto, torrado, moído e coado.

Tudo é passageiro e dependente. Do café ou não.

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030 – Compromissos

055 – De janeiro em janeiro


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