A vida nas organizações: Há vida nas organizações?

macaco se olhando no espelho

Minha monografia de um dos MBAs que fiz no século passado, vinha com este título, não com a foto, mas acho que a reflexão fica mais tendenciosamente interessante assim. 25 anos depois esta provocação tem outro e interessante sentido.

Toda a sociedade se transforma à medida que as pessoas também passam por transformações. Sendo assim, o reflexo destas transformações cria empresas que são o nosso reflexo elevado a enésima potência. Talvez as virtudes sejam mais passageiras e os defeitos mais permanentes.

Poucos se atrevem a enxergar além do curto prazo e criar as próximas tendências que serão premissas para as transformações das gerações que chegam. Caso você esteja ao meu lado nesta árdua tarefa de múltiplas frentes, aconselho que ajustemos o relógio que nos obriga a ganhar velocidade para olharmos o tempo de forma um pouco mais relativa.

Sabemos que muitas coisas são cíclicas e que retornam com incrementos tecnológicos que vêm cada vez mais rápido trazer cada vez mais transformações.

Eu gosto de olhar para as pessoas e vê-las dando o seu melhor, com brilho no olhar. Gosto de curtir o caminho e da adrenalina que o processo traz enquanto não chegamos ao fim. Talvez por isso sinta menos os efeitos de modismos ou de pseudo-revoluções e esteja focado naquelas coisas que são rupturas e transformam a sociedade.

Acho que estamos exatamente num destes momentos: em que as organizações vão ter que se adaptar à miríade de possibilidades que a Inteligência Artificial Generativa traz e estamos apenas no início desta revolução.

As duas frases do título feitas há 25 anos ganharam agora uma nova e atualizadíssima conotação. E vamos juntos descobrir as respostas…

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