Como filhos, sempre soubemos tentar contornar o “não” recebido por um dos progenitores, estratégia perigosa e nem sempre bem sucedida. Com o risco do castigo versus o benefício da oportunidade, normalmente nos inclinávamos pelo desafio.
Parte pela inexperiência, parte pela ousadia da nossa adolescência, estávamos prontos pra tentar, não importando o risco associado. E assim, sem mais nem menos nos tornamos aqueles que recebiam a barganha tendenciosa em busca do “sim”. Por estas e outras não devemos perder tempo, porque o tempo não se perde no ritmo nem na intensidade.
E quando olhamos o mundo corporativo e buscamos o próximo grande negócio, como empreendedores, em quaisquer cadeiras que sentemos, as respostas negativas nos trazem sentimentos diversos. Até porque não há outra parte para barganhar.
Alguns aprendizados vêm desde o início dos nossos dias, negociação como ferramenta necessária ao atingimento das metas, perseverança em atingir os objetivos desejados, empatia para ajustar o adequado para ambos os lados e a qualidade do que se propõe.
Existem muitos outros aprendizados e por mais que sejamos brilhantes neles, sem a última e mais importante característica, as próximas oportunidades vão ficando mais difíceis e escassas à medida que avançamos.
Busque e se aperfeiçoe em tudo que estiver ao seu alcance, mas faça da qualidade a sua grande aposta para o próximo “sim”.
