Complete os três pontinhos e seja nostálgico comigo mais um pouco. Lembre-se daqueles restaurantes, cinemas, colégios, guloseimas, não importa. A lista quase é infinita de coisas que saudosamente lembramos da nossa infância como melhores que as de hoje. Meu convite é o contrário, pensar no que hoje é inúmeras vezes melhor que nos nossos bons dias…
Eu explico, quando fazemos uma escolha, todas as outras no tempo podem parecer melhores, visto que uma escolha define múltiplas não-escolhas neste multiverso que vivemos. Então quando olhamos pra trás podemos, com a perspectiva da nossa memória (ou falta da), ter percepções com pequenos desvios.
É aí que o nosso sensor liga e dispara o modo saudosista. Vamos mudar nossa programação mental e pensar que hoje temos nossa melhor versão, nosso melhor momento, que é o balanço de diversas coisas, algumas vem com o tempo, outras com o aprendizado e esforço e outras com a comida!
E o conjunto dela vai nos fazer sermos gratos e felizes porque chegamos aqui com as cicatrizes da caminhada. Tragamos o passado como alavanca e olhemos para o futuro como objetivo, mas tratemos com mais carinho e intensidade do nosso presente.
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