Os super heróis sempre me fascinaram. Principalmente pela maneira que usavam seus poderes para salvar o mundo. Várias verdades nesta frase.
Primeira: o mundo realmente precisa ser salvo. E não falo aqui de super vilões, os nêmesis, ou qualquer outro maníaco genial do mal. Falo de valores e princípios morais que sustentam todo o resto.
A diferença do super herói para o super vilão não são os poderes, mas sim a moral.
Vejo o debate politizado de temas matemáticos, com uma paixão tão grande que me remete aos embates finais das batalhas dos quadrinhos. Volta e meia os heróis morrem. Mas via de regra eles conseguem vencer o mal.
Segunda: Aqueles que saem do lugar comum para assumir liderança e tentar lutar contra os desafios que se colocam, são semelhantes aos mocinhos da história.
As grandes histórias do cinema sempre tratam da “jornada do herói”.
Terceira: Os super poderes, podem até não ser tão “super” no mundo real, mas se tornam, à medida em que saímos da inércia rumo à conquista dos nossos sonhos.
O mal que se aproxima não é necessariamente visível, nem feio aos nossos olhos. Pode vir travestido de anjo de luz. E abraça nossos jovens e domina suas mentes.
O resto já da história já está escrita no Livro dos livros. Se quiser um spoiler, o herói se tornou mortal, viveu, morreu, ressuscitou e sentou à destra do trono do Pai. O final vai ser glorioso, mas não pra todos. Mas a escolha é sua.
Para ler mais:

Uma resposta para “146 – Super poderes”
[…] O pior cenário é quando a lógica enfrenta sua arqui-inimiga: a desonestidade intelectual! (E olha que eu já falei sobre a Identificando a Nêmesis e 146 – Super poderes). […]
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